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República Dominicana impõe faturamento eletrônico obrigatório a partir de 1º de novembro de 2026

A partir de 1º de novembro de 2026, grandes e médias empresas da República Dominicana devem emitir exclusivamente faturas eletrônicas (e-CF). Os recibos do tipo B em formato não eletrônico perderão validade para uso comercial comum a partir de 31 de outubro de 2026, podendo ser utilizados apenas em situações de contingência declaradas.

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A partir de 1º de novembro de 2026, grandes e médias empresas da República Dominicana devem emitir exclusivamente faturas eletrônicas (e-CF). Os recibos do tipo B em formato não eletrônico perderão validade para uso comercial comum a partir de 31 de outubro de 2026, podendo ser utilizados apenas em situações de contingência declaradas.

Principais conclusões

  • A partir de 1º de novembro de 2026, grandes e médias empresas dominicanas devem emitir exclusivamente faturas eletrônicas.
  • Os recibos do tipo B em formato não eletrônico deixam de ser válidos para uso comercial comum a partir de 31 de outubro de 2026.
  • As empresas afetadas devem cumprir requisitos técnicos específicos para garantir a conformidade com as especificações da DGII.
  • A DGII autorizou 190 fornecedores de serviços de faturamento eletrônico para apoiar a transição.
  • As empresas devem agir rapidamente para garantir a conformidade, pois não há previsão de prorrogação da data limite.

República Dominicana impõe faturamento eletrônico obrigatório a partir de 1º de novembro de 2026

A partir de 1º de novembro de 2026, grandes e médias empresas da República Dominicana devem emitir exclusivamente faturas eletrônicas (e-CF). Os recibos do tipo B em formato não eletrônico perderão validade para uso comercial comum a partir de 31 de outubro de 2026, podendo ser utilizados apenas em situações de contingência declaradas.

Contexto

A obrigação de faturamento eletrônico na República Dominicana é resultado da Norma Geral 06-2018 e da Lei 32-23, que estabeleceram um calendário de implementação faseada conforme as classificações dos contribuintes. Atualmente, o enfoque está nos grandes e médios contribuintes, que representam o grupo prioritário para a implementação desta obrigação. Esta medida visa modernizar e aumentar a eficiência do sistema tributário dominicano, garantindo maior transparência e controle fiscal.

A Direção Geral de Impostos Internos (DGII) confirmou que a transição para faturas eletrônicas é uma mudança obrigatória, sem previsão de prorrogação da data limite. Esta medida visa garantir que as transações comerciais sejam registradas e fiscalizadas de forma digital, reduzindo a evasão fiscal e melhorando os processos administrativos.

O que está mudando

A partir de 1º de novembro de 2026, as grandes e médias empresas dominicanas devem emitir exclusivamente faturas eletrônicas (e-CF), conforme determinado pela DGII. Os recibos do tipo B em formato não eletrônico deixam de ser válidos para uso comercial comum a partir de 31 de outubro de 2026, podendo ser utilizados apenas em situações de contingência declaradas.

Para cumprir esta obrigação, os contribuintes afetados devem:

  1. Estar registrados no Registro Nacional de Contribuintes (RNC).
  2. Possuir um certificado digital válido para processos fiscais.
  3. Cumprir as especificações técnicas da DGII para geração e transmissão de faturas eletrônicas.

A DGII autorizou 190 fornecedores de serviços de faturamento eletrônico para apoiar a transição, oferecendo uma ampla infraestrutura de suporte aos contribuintes.

Implicações para as empresas dominicanas

A transição para o faturamento eletrônico representa um desafio significativo para as grandes e médias empresas dominicanas. As empresas devem garantir que seus sistemas de gestão estejam preparados para emitir e gerenciar faturas eletrônicas, bem como garantir a conformidade com as especificações técnicas da DGII.

Além disso, as empresas devem realizar uma due diligence cuidadosa na seleção de fornecedores de serviços de faturamento eletrônico, garantindo que o provedor escolhido cumpra os requisitos da DGII e possa oferecer suporte adequado durante a transição.

Perspectivas e o que observar

Com apenas 15 dias até a data limite, as empresas afetadas devem agir rapidamente para garantir que estejam em conformidade com a nova obrigação de faturamento eletrônico. A DGII não anunciou nenhuma prorrogação ou alteração na data limite, o que reforça a urgência da situação.

As empresas devem monitorar qualquer atualização ou orientação adicional fornecida pela DGII, garantindo que estejam totalmente preparadas para a transição. Além disso, as empresas devem estar cientes das situações de contingência que permitem o uso contínuo dos recibos do tipo B, conforme definido no Capítulo IX da Regulamentação 587-24.

Perguntas frequentes

Quais são os requisitos técnicos para a emissão de faturas eletrônicas na República Dominicana?
Os contribuintes afetados devem estar registrados no Registro Nacional de Contribuintes (RNC), possuir um certificado digital válido para processos fiscais e cumprir as especificações técnicas da DGII para geração e transmissão de faturas eletrônicas.
Quais são as situações em que os recibos do tipo B ainda podem ser utilizados após 31 de outubro de 2026?
Os recibos do tipo B podem ser utilizados apenas em situações de contingência declaradas, conforme definido no Capítulo IX da Regulamentação 587-24.
Quantos fornecedores de serviços de faturamento eletrônico foram autorizados pela DGII?
A DGII autorizou 190 fornecedores de serviços de faturamento eletrônico para apoiar a transição.
Existe alguma previsão de prorrogação da data limite para a implementação do faturamento eletrônico?
Não, a DGII não anunciou nenhuma prorrogação ou alteração na data limite de 1º de novembro de 2026.
Quais são as implicações para as grandes e médias empresas dominicanas com a implementação do faturamento eletrônico?
As empresas devem garantir que seus sistemas de gestão estejam preparados para emitir e gerenciar faturas eletrônicas, bem como garantir a conformidade com as especificações técnicas da DGII. Além disso, devem realizar uma due diligence cuidadosa na seleção de fornecedores de serviços de faturamento eletrônico.
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